Bebel diz que é da igreja para não ser presa no bordel de Paraíso Tropical

Esperta e sagaz, Bebel (Camila Pitanga) sabe que precisa se virar para sobreviver. Com o Grupo Cavalcante chegando para arrematar todo o terreno do hotel, incluindo o casarão que recebe o bordel, a polícia está de olho no ponto de Amélia (Susana Vieira).

Os agentes chegam ao salão e veem todo o esquema montado, com as meninas trabalhando no ponto. Com uma vestimenta ousada, Bebel fica recuada e retraída, com medo de ser levada para o xilindró.

ANTES, AMÉLIA MORRE DESESPERADA

“Para com isso! Para com isso, pelo amor de Deus! O que está acontecendo? Isso aqui é minha casa, é minha vida!”, berra Amélia, que tem um ataque cardíaco fulminante.

Já recomposta, Bebel põe uma camisa longa e percebe diversos clientes sendo detidas pelos agentes. Ela fica observando a beleza dos policiais à distância. Quando um deles chega perto, Bebel tenta disfarçar:

“Oi moço, é aqui que funciona uma casa de perdição é?”, pergunta a profissional, disfarçando a voz, em tom manso.

“É… Na verdade, era… E você, quem é?”, pergunta o policial.

“Sou da igreja, queria tanto ajudar essas meninas a encontrar Jesus”, mente.

A autoridade sai empurrando Bebel do lugar, mandando que ela fique atrás da área de isolamento da ação policial.

“Pois é, né?… Esse miserê, né? Bando de mulher que não quer dar duro, e bando de gringo a perigo… Né mesmo? Ainda bem que vão fechar (o bordel)… Baixaria, né, minha gente?”, comenta Bebel com outros populares, vendo suas colegas de profissão sendo detida e feliz por escapar da cadeia.

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O resumo dos capítulos podem sofrer alterações de acordo com a decisão das emissoras

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