Mulheres: Carlão enquadra Dóris, após noitada. Filha diz que pai queria ela morta

Dóris (Regiane Alves) está caindo na cilada de se relacionar com Marcos (Dan Stulbach). Só que a jovem esqueceu de avisar aos pais que iria dormir fora de casa. A bebedeira no bar do hotel foi tão grande, que ela não fez o devido comunicado.

Só que em casa, o pau vai torar! Carlão (Marcos Caruso) e Irene (Marta Melinger) fizeram uma verdadeira peregrinação nos vizinhos e com os amigos para receberem notícias da filha, antes do seu retorno.

Ao dar as caras, Dóris, que mente dizendo que dormiu na casa de uma amiga, pretende dar uma esticada no sono, após a tórrida noite com Marcos. Antes, terá que enfrentar a fúria do pai.

A megera tenta fazer com que Carlão saia do seu quarto para tentar dormir. Em vão. Tentando ter uma conversa séria, ele começa a impor regras dentro de sua casa.

CLIMA ESQUENTA

“Bota a sua roupa outra vez. Vista-se! Coloca de novo a roupa que você veio da rua”, pede o chefe de família.

“Você está pensando quê? Que isso aqui é o que, um albergue, Dóris? Que você chega a hora que você quer, que você paga uma taxa para alugar uma cama para dormir? Não! Você não paga nem taxa! Isso aqui não é um albergue, é uma casa de família! E você é a única pessoa que destoa”, diz Carlão.

Dóris entende que o pai está lhe pondo para a fora de casa. Carlão diz que não, mas se ela deseja morar na casa dos pais, precisará cumprir regras e a rotina de toda a família. Ele não deixa a filha seguir com o sono.

“Todos aqui nessa casa são maltratados por você. Com a sua arrogância, de garota zona sul. De pobre, metida à besta. Pobre e orgulhosa. Enquanto você agir assim, você será tratada com severidade”, dispara o pai, que pede que a filha mude imediatamente.

“Minha mãe me contou uma vez, que quando ela foi falar pra você que estava grávida de mim, você pediu para ela fazer um aborto. Ela insistiu e disse que não ia tirar esse filho. Sou eu. Vocês brigaram, ficaram dias sem se falar, quase um mês. Essa rejeição você tem até hoje por mim, não é? Não queria que eu tivesse nascido. E continua achando isso até hoje. Por isso que me trata assim. Não queria que eu estivesse viva”, devolve Dóris, que volta a ir pra rua.

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