Youtube: Fábio Ramalho fala sobre a carreira na Record TV e relembra ‘fake news’ com Amin Khader

Quando o assunto é Record TV no Rio de Janeiro, Fábio Ramalho é, sem dúvida, um nome a ser destacado. Há 17 anos na emissora, sendo 13 deles na capital fluminense, o jornalista é o convidado especial do canal do Audiência Carioca no Youtube. Em tempos de pandemia do novo coronavírus, o bate papo foi feito virtualmente.

“Essa falta de contato com o pessoal chega a ser angustiante… A minha rotina está sendo dentro de casa, com saídas esporádicas para o trabalho… A gente não tem como fugir disso. É a única maneira de a gente enfrentar essa doença [Coronavírus]…”, conta.

Atualmente, Fábio é responsável em produzir dois quadros para a Record TV. Um local, o Partiu, para o Balanço Geral RJ; e o Achamos no Rio para a rede, no Hoje em Dia [também exibido nos jornal local].

A identidade com a Cidade Maravilhosa é um laço forte do seu trabalho e parte do público não acredita quando Fábio revela que não nasceu no Rio.

“Isso não foi nada forçado. Foi sadio, foi gostoso de fazer. Eu não estava querendo interpretar um carioca… Como eu falava, eu era melhor entendido. Essa interação com o Rio de Janeiro é uma coisa tão maluca, que tem muita gente que não acredita que eu não sou carioca. Eu sou de Brasília, eu não sou carioca! Eu sou do cerrado, do Planalto Central”, revelou.

PRIMEIRA ‘FAKE NEWS’

Meio que sem querer, Fábio Ramalho participou da primeira ‘fake news’ no Brasil. A falsa morte de Amin Khader, em 28 de junho de 2011, fez com que o jornalista e membros do Hoje em Dia virassem febre em um dos vídeos mais comentados e lembrados com o bom humor da gafe.

“Foi muito complicado anunciar a morte do Amin. Quando a gente entrou no ar, nós havíamos recebido a informação, mas não havia se confirmado. A gente ficou aguardando o ok… Já havia informações de pessoas muito próximas dele [Amin]… O Celso Zucatelli deu a notícia e me chamou… Depois fomos zuados pela própria emissora, com o Marcos Mion fazendo um ‘Vale a pena ver direito”, revelou parte da história.

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Imagem: Divulgação