Podcast Semana da Mulher: Elisangela Salaroli fala sobre o trabalho na 93FM e de momentos importantes na carreira

Elisangela Salaroli é a nossa terceira convidada na rodada de podcasts da semana Internacional da Mulher. A jornalista, que atualmente apresenta o Café com Crente, na 93FM, recebeu o Audiência Carioca e falou sobre sobre diversos assuntos. A importância da mulher no mercado de trabalho, como vem lidando com a oportunidade de ser comunicadora e as passagens pelas rádios Globo e Tupi não passaram batido.

Recentemente, segundo informações da página Mídia de Verdade, Elisangela recebeu uma proposta para voltar à equipe do Show do Antonio Carlos, na Tupi. E ela não fugiu deste delicado assunto…

Ainda houve tempo para relembrar o fatídico episódio do dia de Iemanjá, um dos maiores memes do rádio brasileiro. Aperta o play e confere esse bate papo!

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EMPODERAMENTO FEMININO

“A gente está na era do muito empoderada. Eu vou te dizer que a mulher já é, já nasceu empoderada. Só as 1001 coisas que nós precisamos resolver na vida… A mulher empoderada é aquela que faz tudo. Tem que cuidar do marido, cuidar do filho, cuidar da casa, estudar, se aperfeiçoar no trabalho. Então, a mulher tem que jogar nas onze e eu sou assim. Mas eu não fico falando que eu sou empoderada. Eu acho que a mulher é empoderada quando alguém vê e reconhece o seu valor”

MERCADO DE TRABALHO PARA AS MULHERES

“Ainda tem muita coisa para caminhar. Tantas mulheres maravilhosas, que comunicam, que falam, que acontecem… A oportunidade realmente ainda não é muito grande para as mulheres. Ainda tem aquele estereótipo que o comunicador tem que ter aquele vozeirão. O que o povo quer é a comunicação, o conteúdo. Aquela que sabe se expressar, aquela que fala a linguagem do povo. Eu não tenho nenhum vozeirão. Eu não tenho menor perfil de comunicadora de antigamente. Eu sou uma novidade no mercado. Eu sou uma coisa que destoa um pouco do perfil de comunicação. Sei falar, sei me expressar, gosto de me comunicar e o povo gosta disso. A gente já vive com tanta tristeza no dia a dia, com preocupações. O povo quando pega o rádio para ouvir, ou no aplicativo, ele quer ouvir a alegria. Tristeza ele já vê por aí”.

SAÍDA DA RÁDIO GLOBO

“Quando eu saí da Rádio Globo eu falei ‘gente, eu já passei por quase todas as rádios, acabou para mim. Já era. Acho que vou me aposentar e procurar um outro caminho’. Eu fiquei pensando que só sei fazer isso na vida e o que que ia fazer. Continuei na área da comunicação, tive uma oportunidade de trabalhar em assessoria de imprensa, com a Bianca, e sou muito grata a ela. Aprendi uma nova coisa da comunicação, que é a assessoria. Fui para o outro lado. Comecei a fazer assessoria gastronômica, de restaurante. Mas aquela coisa que está na veia… Ficar no escritório pensando em pauta, criando, vendendo a pauta… Gente, aquilo ali não era meu perfil”.

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