Vítima de acidente com carro da Tuiuti diz que é injusta a queda da Imperatriz e revela: “não recebi uma dipirona para aliviar as dores”

Apaixonada pelo Carnaval, a fotógrafa Lúcia Mello emitiu sua opinião sobre o rebaixamento da Imperatriz Leopoldinense. As inúmeras confusões no Grupo Especial ncomeçaram em 2017, quando um carro da Paraíso do Tuiuti quebrou e esmagou profissionais da imprensa no setor 1. Lúcia foi uma das vítimas sobreviventes.

Ainda naquele ano, um outro acidente aconteceu na Sapucaí, envolvendo o carro da Unidos da Tijuca. Neste caso, as vítimas tiveram apenas ferimentos leves.

Com os casos de Tuiuti e Tijuca, o Carnaval carioca entrou em parafuso e ano a ano, por conta do cancelamento dos rebaixamentos em 2017 e 2018, chegamos à polêmica atual.

Para Lúcia, a queda da escola de Ramos “é um desfecho do terrível Carnaval 2017, que matou uma pessoa (a radalista Liza Carioca) e modificou a minha vida e a vida dos meus familiares”.

A fotógrafa ainda passa por um forte tratamento para voltar a andar e, por enquanto, vem se locomovendo através de cadeiras de rodas. Este ano, ela voltou a fotografar no sambódromo (foto, capa).

Procurada pelo Audiência Carioca, Lúcia informa que até hoje não recebeu as indenizações da Liesa e Paraíso do Tuiuti: “nem uma dipirona para aliviar as dores”, desabafou.

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