Virada de Mesa: Imperatriz Leopoldinense está de volta ao Grupo Especial. Jorge Castanheira acata, mas deixa a Liesa

A Imperatriz Leopoldinense está de volta ao Grupo Especial. Na reunião plenária ocorrida na noite desta segunda-feira (3), na sede da Liesa, oito escolas solicitaram o pedido de manutenção da Verde e Branco do subúrbio no Grupo Especial. São elas: São Clemente, Grande Rio, Salgueiro, Mocidade, Unidos da Tijuca, União da Ilha, Estácio e Paraíso do Tuiuti.

No entendimento destas agremiações, a forte crise financeira é um dos motivos para não abrir mão de uma das maiores vencedoras do Carnaval do Rio. Cinco escolas votaram contra: Mangueira, Beija-Flor, Vila Isabel, Viradouro e Portela discordaram. Império Serrano e Imperatriz, rebaixadas, não votaram.

Jorge Castanheira, presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do RJ, havia assinado um termo junto ao Ministério Público se comprometendo a não fazer nova virada de mesa. A multa prevista pelo não cumprimento do acordo chega a R$ 750 mil. O valor deverá ser rateado pelas agremiações. O dirigente discorda da decisão votada em plenário e por isso vai deixar o comando da Liesa. Uma nova eleição deverá ser convocada, ainda sem data definida. Castanheira estava bastante emocionado ao comunicar o fato à imprensa.

Apenas a situação envolvendo a Imperatriz foi deferida. No pedido, não havia nada mencionado em relação ao pedido para a manutenção da Império Serrano. Por ora, a escola de Madureira vai disputar a Série A.

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