RJ2 pede desculpas pelo uso da palavra “cheirinho” ao chamar coletiva sobre a tragédia do Ninho do Urubu

O RJ2 surpreendeu na edição da última sexta-feira, 15, ao noticiar as apurações da tragédia do Ninho do Urubu. Ao chamar a primeira declaração oficial de Rodrigo Abranches, vice-presidente jurídico do Flamengo, Ana Luiza Guimarães leu um texto com a palavra cheirinho:

“Essa declaração do vice-presidente jurídico do Flamengo foi a primeira desde a tragédia de um representante do clube em uma entrevista à imprensa. Mas a entrevista durou pouco. Rodrigo Abranches levantou antes que as perguntas terminassem e deixou a imprensa no cheirinho”.

Ana Luiza Guimarães, no RJ2

O caso é que a metáfora acabou não agradando a todos. Por isso, a jornalista Monica Sanches, que apresentou o RJ2 deste sábado (16), resolveu pedir desculpas públicas pelo uso da palavra cheirinho. No texto, a emissora diz que a palavra não deveria ser empregada à apuração da tragédia.

Para os que não vivem o mundo do futebol, a palavra cheirinho foi muito utilizada pela torcida do Flamengo durante boas atuações do time nos jogos. Como os campeonatos não vieram, o que era onda acabou virando deboche pela torcida adversária.